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"Let your heart speak to other hearts" Yogi Bhajan Vamos ficar fluentes em… WATSU!

O desconhecido

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"Como posso aceitar a dádiva de amor de uma pessoa que não conheço, que não me conhece? ... Conforme flutuo e sou flutuada, levantada, virada, abandono todas as preocupações, todos os julgamentos, todas as condições possíveis. Não questiono mais a ternura dos braços que continuam a sustentar-me. A gentileza das mãos que apertam os meus braços, que puxam os meus dedos. Aceito o compromisso do amor. Aceito esse amor, inesperado, não solicitado, total e avassalador, porque eu mesma sou amor." Alma Flor Ada in Watsu - Exercícios para o corpo na água Harold Dull

Watsu e a dor

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Muitas pessoas que procuram esta terapia convivem com a dor crónica. Acordam com dor, passam o dia com dor e dormem com dor e recorrem a medicação para aliviar esta condição. Digo muitas vezes que um dos principais benefícios do Watsu é o alívio da dor e é verdade. Por um conjunto de factores, é possível que uma pessoa com dor crónica experimente, durante a sua sessão,  momentos de alívio de dor ou  momentos sem dor. Para mim, os momentos de alívio de dor e os momentos sem dor são duas coisas diferentes. Ambos podem acontecer e, quando acontecem, ambos proporcionam bem-estar imediato a quem recebe. Nos primeiros , existe um processo a decorrer. Há dor, há vários factores a decorrer na sessão que promovem uma acção terapêutica e há uma diminuição progressiva da dor que culmina no alívio. Esse alívio traduz-se muitas vezes em sentir aquela zona do corpo mais relaxada, na libertação de pressões à volta, no reequilíbrio energético e faz com que o receptor ...
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"Watsus are poems written in the water, but they are poems we write together"  Harold Dull

Não Julgar

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O não-julgamento é um exercício difícil no dia-a-dia, embora possível de se ir exercitando ocasionalmente: connosco e com os outros. Há poucos momentos na vida onde sinto que não me julgo e/ou não julgo outras pessoas.  Cada sessão de Watsu traz até mim essa possibilidade e esse acontecimento fabuloso de não-julgamento. A beleza de não me julgar, nem julgar quem recebo nos braços é uma prenda valiosa para o mim e para qualquer pessoa, na verdade. O seu valor ultrapassa a consciência: quem recebe a sessão não está consciente desse não-julgamento; ultrapassa a mente e o entendimento: o seu exercício não se explica por palavras ou gestos antes, durante ou depois de acontecer; ultrapassa o corpo e o efeito que possa ter no momento da sessão: o não-julgamento não se sente de uma forma evidente no corpo.  No entanto, pode estar presente quando a pressão aplicada corresponde à necessidade daquele corpo, ou o alongamento foi levado ao ponto prazeroso, o...
Gota a gota, o silêncio chega... Vai chegando... Chega mais perto, chega mais fundo. Aos poucos, o corpo vai reconhecendo cada gota de silêncio e agregando como sua. O corpo imerso num oceano de silêncio. O silêncio em cada gota toca a nossa pele, toca o nosso corpo e, sendo líquido e abundante, não mais se afasta. Antes, penetra em cada célula e preenche. Mais fundo, agora... mais do que nunca. É nesse silêncio que o vazio faz mais sentido. O fantástico acontece. E, agora, todo o silêncio é preenchido pelo movimento; pela voz do corpo quando se move e quando se aquieta... quando desliza, quando se sustém e sustenta, quando, simplesmente, respira... Há uma harmonia em cada célula, no estado líquido de silêncio alegre, porque preenchido com vibração, energia, luz, côr. No silêncio que nos toca a pele, o corpo e deixa cada célula vazia; Nesse silêncio, primeiro, fora... depois, dentro... dentro e fundo... Nesse silêncio, somos mais transparentes, somos mais n...
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Fecha os olhos e sorri. Isso que vês é bonito demais.

Aprender com Harold Dull...

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É ter aprendido com o Criador da técnica que me mostra muito mais do que uma técnica  e que,  por isso, me eleva, me sustenta, me inspira e me devolve a minha humanidade. É ver um pouco mais, compreender um pouco do que está antes da técnica e assistir a uma entrega e a uma inspiração. É aprender sobre humildade, sobre escutar sempre, escutar mais. É perceber um pouco mais sobre entrega e vulnerabilidade. É sentir o desafio aumentar e a aprendizagem crescer, no momento em que percebemos a possibilidade e a potêncialidade de nos transcendermos,  ao mesmo tempo que mantemos a inocência, o foco e a segurança. É encontrar momentos únicos,  entradas inesperadas em posições improváveis e saídas surpreendentes. É sentir que estamos perto de uma alma com um corpo.  E sentir que esse corpo tem uma sabedoria que lhe é inata. É ler as suas palavras e encontrar inspiração, encontrar um sumo natural que nos nutre a alma...

Feliz Aniversário, Harold Dull

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O Watsu chegou à minha vida e, no momento em que fomos apresentados, pegou-me ao colo. Esse momento, viria a revelar-se mais tarde, mudaria a minha vida para sempre. Feliz Aniversário, Harold Dull Gratidão imensa, alegria e honra por fazer parte das pessoas que foram tocadas por ti,  na alma e no coração. *** Watsu has come into my life and at the moment we were introduced, it picked me up. This moment, it came to be released later, would change my life forever. Happy Birthday, Harold Dull. Immense gratitude, joy and honor to be part of the people who have been touched by you,  in the soul and in the heart.

O(s) Silêncio(s)

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O silêncio é uma constante numa sessão de Watsu ou de Healing Dance. É um estado e uma busca. Pode ter cambiantes no decorrer e desenrolar de uma sessão. Acontece um pouco antes de uma sessão começar e termina um pouco depois da sessão terminar. Neste post, quis dar um nome a cada um desses silêncios e pensar neles, sabendo que não são, nem pretendem ser definidos por ninguém, nem se pretende que sejam interpretados.  Mas pensar neles, com a importância que têm e que é a maior a cada momento que passa. Não querendo atribuir-lhes uma definição, mas antes relacioná-los com momentos possíveis numa sessão, aqui ficam algumas possibilidades: Silêncio verbal  O primeiro silêncio a acontecer é o externo ou verbal, quando terminamos a conversa inicial e deliberadamente calamos a voz e terminamos a comunicação verbal. Silêncio inicial ou não verbal Alguns momentos depois, chega um outro tipo de silêncio, em que ambos - terapeuta e receptor - silen...
"Acting without expecting, Guiding without interfering." Watsu e Healing Dance são técnicas com uma beleza inerente. A beleza dos movimentos, das posições, a beleza da água, a suavidade do toque. A beleza de não impor, não forçar e de "não querer fazer". A ausência da nossa intenção deixa um espaço infinito de possibilidades em aberto para o receptor. Deixa um vazio que pode ser preenchido ou não, uma parte ou o seu todo, que pode ser renovado, descoberto, tornado consciente. Que pode revelar-se confortável ou desafiante. É um privilegio enorme saber que tudo isso pode acontecer nos nossos braços no decorrer de uma sessão. Esse enigma, esse segredo que nunca interrogamos, pode ser revelado num feedback posterior à sessão. Mas, também pode não ser revelado, nunca. Essa beleza que não sabemos se, como e quando acontece confere a cada sessão uma singularidade fascinante.

O Watsu é

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O Watsu é • Terapia • Trabalho Corporal Aquático • Crescimento Pessoal em ambos: quem oferece o suporte e quem é flutuado incondicionalmente Todos os três aparecem, em algum grau, em todas as sessões de Watsu: Terapia na forma como o Watsu alivia uma infinidade de condições relacionadas com o stress e /ou isolamento; Trabalho Corporal Aquático na forma como o Watsu trata o nosso corpo como um todo, ativando a nossa autocura; E crescimento da nossa conectividade e integridade que nos ajuda a acedermos e nos envolvermos com mais níveis do nosso ser. Todos os três também podem aparecer no Watsu Round, o que adiciona um quarto: •Comunidade Celebrar a união Harold Dull Criador do Watsu Tradução livre
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Try something different, surrender... ... Surrender opens the door to receiving.
QUE ELEFANTE É ESTE, NO MEIO DA NOSSA SALA? Por Alda Lopes Deixo-vos o meu primeiro comunicado como Terapeuta Profissional de Watsu ® , com mais de 1000 (sim, mil) horas de formação certificada e com obrigação ética e moral de esclarecer quem nos segue, quem nos procura, quem precisa e beneficia desta Terapia Aquática. É muito fácil ficarmos apaixonados pelo Watsu e querermos aprendê-lo.  É genuína a vontade de o partilharmos com o mundo, com que ficamos quando fazemos um curso. Mas, não posso deixar de manifestar a minha profunda tristeza quando vejo colegas que anunciam sessões de Watsu ® sem as devidas habilitações ou ensinam Watsu ® sem sequer terem terminado a formação como alunos.  Sinto-me desrespeitada como profissional. E sinto que o valor terapêutico, real e potêncial do Watsu, nesses casos, fica reduzido a uma curiosidade e a um "chico-espertismo", porque o Watsu não é só uma técnica que se aplica num corpo. É mais, muito mais do que isso. E ...

E, assim, surge o Water Breath Dance ou Dança da Respiração

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"Continuo a surpreender-me com a conexão que sentimos quando coordenamos a nossa respiração e flutuamos alguém ao nível do nosso centro do coração. A pesquisa do Institute of HeartMath lança luz naquilo que tenho chamado de ' envolver no coração ' desde que comecei a desenvolver o Watsu. (...) Ouvindo os corações e acompanhando os seus efeitos, os pesquisadores confirmaram aquilo que as culturas tradicionais já sabem há muito tempo. O coração tem uma mente. Seus 40 mil neurónios guardam informação e tomam decisões. O coração comunica com o cérebro e com todas as partes do corpo, por intermédio dos nervos, da pulsação, das hormonas e de um campo magnético quatro mil vezes mais forte. Quando alguém tem os tipos de sentimento que muitas vezes são sentidos durante um Watsu - cuidado... apreciação... amor... - a variabilidade nos ritmos cardíacos aparece como ondas que se repetem com regularidade. O coração é o mais forte oscilador do corpo. As mesmas onda...
Quando escolhi fazer o caminho do Watsu até ao fim, percebi que não ia ser rápido, que não ia encontrar atalhos. Os passos foram demorados, mas não foram pequenos. Porque, em cada um, a aprendizagem foi sempre maior e surpreendente. E, à medida que ia fazendo o caminho, fui percebendo que é importante demorar um pouco quando se aprende a dar: suporte incondicional, toque consciente, escuta activa, presença que não julga, nem impõe. Tornar-me terapeuta profissional demorou mai s de 500 horas e agora eu entendo porquê: como profissional, transcendo-me em cada sessão.  E, ir ao encontro do receptor, qualquer receptor, também leva tempo a aprender (com dor física ou emocional, sem dor, consciente ou inconsciente da dor, jovem, adulto, criança, atleta, grávida...). “Disciplina é escolher entre o que queres agora e o que realmente queres.”  A minha escolha foi evidente.
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Novo Espaço com Watsu Chego ao final de Outubro com a alegria no coração e muita gratidão à vida por me abrir caminhos. O Watsu chegou a um novo espaço, em Sintra. Se procura receber uma sessão em ambiente privado  e numa piscina exclusiva para Watsu, este é o lugar perfeito. Quando chegamos ouvimos os passarinhos,  o verde de Sintra fica mesmo à nossa frente!  Na piscina, há um golfinho que espera por nós  em águas quentes de um verde mar. Que maravilha! Informações: alda@watsu.pt

Da Presença II

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~ a presença em relação a nós mesmos ~ Enquanto terapeuta, fui descobrindo com a prática e a formação continua, um outro tipo de presença -  igualmente valiosa e, surpreendentemente, um pouco desvalorizada por mim nos primeiros cursos que fiz. A presença connosco próprios enquanto alunos é uma coisa que podemos ignorar facilmente, quando queremos muito aprender uma técnica e o nosso foco é "fazer bem", dominar a técnica para "dar ao outro" a melhor prática possível. Quanto mais eu exigia de mim para dar ao outro, mais facilmente ignorava essa presença comigo mesma, apesar de lembrar muitas correcções feitas pela professora no sentido de estar presente comigo e com o meu corpo. Só mais tarde, julgo que num terceiro curso (o primeiro watsu 2, cheio de informação), recebi uma prenda do meu corpo para me ensinar essa presença comigo: uma otite.  A otite veio limitar-me porque não podia receber nenhuma prática, só podia dar.  Dar, praticar, p...

Da Presença

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Um princípio base, um fundamento, um exercício, um objectivo, um estado, uma forma de ser, uma forma de estar. No Watsu, como no Healing Dance, a Presença é... ou pode ser... tudo isto. Numa sessão profissional, o facto de não haver uma sequência de movimentos obrigatória a seguir, liberta-nos para podermos ser, estar, escutar, explorar a potencialidade... num estado presente. Descobrir várias formas de estar presente enriquece e expande o potencial de uma sessão. Como posso encontrar a minha presença? Como posso sentir que estou presente? Em que momentos estou ou não estou presente? Em que momentos estou consciente ou não dessa presença? O que é que me diz que estou presente? Há uma presença que pode ser de proximidade física, de acolhimento, de nutrir, de "dar colo". Há uma presença distante, em que o terapeuta desaparece e o seu toque subtil quase não se sente... no entanto... ele está lá, sempre. Há também uma presença que é energé...
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"Watsu é primeiro, receber de braços abertos; é, depois, dar de coração aberto; é, no fim, agradecer com todos os universos que temos, preenchidos." Alda Lopes